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PT: AINDA É ALTERNATIVA POLÍTICA DA MILITÂNCIA
 
 
            O PT é a alternativa política vinculada aos interesses e anseios das maiorias que constroem a riqueza da nação. Apesar de haver uma crítica corrente de que o PARTIDO DOS TRABALHADORES já “perdeu a capacidade de representar algum futuro para a sociedade brasileira”. gestada por segmentos da esquerda aliada aos conservadores e da esquerda isolada das massas, também, repetida pela direita. 
            São concepções de fundo ideológico de pessoas que não comungam efetivamente com as propostas do PT, tanto que muitos deles foram ex-integrantes da legenda que se mostraram incapazes ou discordantes com a perspectivas partidárias.
            Estes “críticos” de hoje para terem maior publicidade, aproveitam o ataque da mídia monopolista e conservadora, com notícias falsas, manipuladas, permanentes e com ocultação das realizações dos governos petistas.
            Não comungamos com estes críticos de ocasião, por isso, serenamente, vamos analisar as alternativas que se apresentam para a população brasileira, que cobra por mudanças, seriedade no trato da coisa pública e fidelidade aos interesses e anseios presentes e históricos da maioria da população.

             Tais expectativas populares, deve servir para analisar as quatro forças políticas se apresentam na cena política brasileira contemporânea com possibilidades de se viabilizarem:

A primeira, mas não a mais viável, representada pelo PSDB e seus sequazes (como DEM, segmentos da Rede, direita do PMDB, PPS, etc), cuja experiência histórica é conhecida pelos brasileiros.  Representam um retrocesso político, pois o que propõem na realidade é um programa de benefícios à burguesia nacional e internacional, com privatizações, arrocho salarial, desemprego, cortes dos gastos públicos, redução dos programas sociais, quebra da economia…, enfim, a adoção de uma política neoliberal.
A segunda alternativa, é esquerdista ou à esquerda do PT, encontra-se em partidos com pouca implicação social, sem peso na cena política, apesar de muitos de seus quadros serem valorosos e possuírem identidade com um programa mais avançado para as classes trabalhadoras.
A terceira vertente, minoritária tanto que quer recorrer a força das armas – mas que segmentos da imprensa fazem questão de destacar –  são os que defendem a volta do regime militar, do qual os brasileiros e brasileiras já conhecem suas características de um fascismo tupiniquim, que, no período de 1964-1985, acabou por mostrar sua verdadeira face, de um regime caracterizado pelo autoritarismo ditatorial, corrupção, repressão com imposições, censura e tortura, subserviência aos capitalistas internacionais e um projeto de desenvolvimento baseado quase exclusivamente no interesse dos monopólios, portanto, com evasão de divisas, internacionalização de econômica e arrocho salarial drástico onde o salário mínimo em pleno curso do golpe perdeu seu poder aquisitivo em 79% de 1964 a 1974 em comparação ao Governo Jango, que só começaria a ser retomado com após o Governo Collor. E o que pior, agora, os defensores do golpe vêm acompanhados de pessoas portanto a suástica nazista, como se pode ver na manifestação de 15 de março de 2015.
                Entre estas alternativas com maior viabilidade é a quarta, a petista, que se mostra a melhor, até aqui vinha desenvolvendo um programa de atendimentos às necessidades da população ao mesmo tempo que permitia o desenvolvimento econômico com a distribuição do produto social entre as diversas classes.
                        Mas, este modelo, em plena crise econômica, se mostra esgotado, é necessário priorizar um dos lados, portanto, neste contexto, é necessário  que se faça corretivos nos rumos governamentais de acordo com o programa histórico do partido, reivindicado pelo povo interação com o movimento social, voltado para as maiorias que constroem a riqueza da nação e para que a produção de fato aconteça neste país, tendo comprometimento com defesa do interesse nacional e com uma política internacional de autodeterminação dos povos.
            Ademais, com poucas exceções, nos governos em que assumiu, o PT tem adotado o modo petista de governar, onde são relevantes as prioridades é há elevação do padrão de vida da população, a criação de canais debate e de participação popular cada vez mais aperfeiçoados e o saneamento das contas públicas.
            É o partido com maior ligação com as classes fundamentais da cidade e do campo, capazes de liberar a mudança da realidade brasileira, como a classe trabalhadora assalariada, os agricultores familiares e os segmentos médios mais necessitados, que levam inclusive o governo a tomar medidas cada vez mais progressistas.
            Quanto a moralidade administrativa, quando comparado com outros partidos não está entre o que possuem mais desvios, mas é aquele que conta com a mais definida política de combate à corrupção, já tendo implementado por iniciativa dos governos  Lula e Dilma, arcabouço jurídico e mecanismos que foram elogiados nacional e internacional.
            Há fato de alguns poucos membros do Partido que desviaram da rota e da moralidade e ocorreu julgamento questionáveis de outros, mas, há corretivos tomados para o Partido que são adotados, tão logo confirmado fatos desabonadores, ocorre a expulsão ou há o afastamento voluntário do Partido, como nos casos de André Vargas (deputado federal), Luiz Moura (Deputado Estadual) e Mauro Henrique Chagas (prefeito).
            Fato destacável é que uma de suas militantes, Dilma Vana Rousseff, foi reeleita presidenta da República, com um programa que mexe com interesses de poderosos grupos econômicos, como o das seis famílias que dominam as telecomunicações no País.
           Com esta convicção, nota-se que, na conjuntura, ainda há muitas possibilidades para a continuidade de nosso projeto político, conquanto que haja coerência não só de nossos militantes e filiados, mas também do governo atual, que deve rumar para uma política de acordo com a prometida durante a campanha eleitoral de ampliar direitos, democracia e o tratamento ilibado da gestão pública.
            Apesar de os adversários do PT, à esquerda e à direita, tentarem acusar a falência do partido, ainda, é ele a melhor alternativa da maioria dos brasileiros.
            Tal é o peso do PT, na realidade brasileira, que a mídia inicia seus editoriais atacando o Partido, sabe que legenda pode realmente mudar mais a realidade brasileira e é a melhor alternativa política para a militância mais autêntica.
            Na defesa desta alternativa, os petistas, fieis à estratégia partidária, devem denunciar as manipulações da mídia, esclarecer as perspectivas das alternativas apresentadas na cena política, demonstrar porquê efetivamente opõem à Dilma Rousseff e ao PT e participar da luta para efetivamente influir nos rumos dos governos de acordo com as atuais exigências da realidade local, nacional e internacional.
            
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Um pensamento em “PT E AS ALTERNATIVAS

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